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As Raizes de Amora

As Raizes de Amora é um espaço dedicado ao reencontro de amorenses, sua história, cultura e memórias.

As Raizes de Amora é um espaço dedicado ao reencontro de amorenses, sua história, cultura e memórias.

Amora e as Telecomunicações e Informática em 1987 e 1993

24.02.24, os amorenses

EMPTEL S.A. COM A PARCERIA DA SIEMENS S.A.


 



Terminámos o último POST no Ano de 1981, com a CENTREL em actividade, nesta unidade fabril na Quinta da Princesa em Amora, com cerca de 825 funcionários, que ainda laborou até ao Ano de 1987, vindo a perder competitividade e optando por uma profunda remodelação ao nível da empresa, do equipamento e do próprio edifício da fábrica onde até o chão foi substituído.



É neste Ano de 1987 que inicia a actividade a EMPTEL S.A., com parceria da SIEMENS S.A., dando início a novas tecnologias de ponta, onde a eletrónica assume vital importância.

Dá-se início ao fabrico de centrais telefónicas digitais, constituídas por um conjunto de armários metálicos, equipados com uma sucessão de placas de sofisticados componentes eletrónicos, que nos permite usar o telefone de forma automática e rápida.



Esta produção durou por alguns anos, até mesmo depois da SIEMENS S.A. tomar conta por completo da fábrica.



É em 1993 que a grande multinacional SIEMENS S.A., com fábricas semelhantes em outros 14 países, toma conta por completo destas instalações da Quinta da Princesa em Amora, empregando em várias das suas empresas portuguesas entre 5 e 6 mil trabalhadores (referencia a 2006).




Nestas instalações de Amora, a Siemens S.A. e a EMPTEL continuaram a produzir equipamentos para centrais telefónicas digitais e em 1996 inicia uma nova linha de montagem de quadros elétricos de media tensão, para centrais de energia.



No virar do Milénio, estas duas unidades fabris (EMPTEL E SIEMENS) empregavam cerca de 190 trabalhadores, sendo 60% do sexo feminino. A produção desta fábrica destinava-se ao mercado interno português, sendo que 30% desta produção se destina a vários mercados europeus.



Com boas condições de trabalho, esta fábrica constitui um exemplo a nível nacional, tendo ganho por duas vezes (até 2006) o segundo lugar do Premio de Segurança Industrial Henrique Salgado.



Na Assistência Social aos trabalhadores, para além de um refeitório onde se servem refeições a um preço económico, existe também um Posto Clínico onde exerce funções um Medico de Clínica Geral.



Com uma área envolvente de cerca de 10 hectares, onde existem óptimos espaços verdes e ainda Pinhal Manso e Olival, que foram parte da Quinta da Princesa, ao cuidado de dois jardineiros, esta empresa contribui com evidencia para o Ambiente e Ecologia.



A fabrica da Quinta da Princesa, pela certificação da qualidade dos seus productos, encontra-se ainda hoje numa posição de topo, a nível nacional, no complexo mundo das tecnologias da informação e das comunicações.

 



Fontes Utilizadas:



Livro “Amora Memórias e Vivências D’Outrora, Editado em 2006 pelo Prof. Manuel Lima



Fotos – Google Earth