Os primeiros registos da paróquia de Amora
10.11.20, os amorenses
Os primeiros registos da paróquia de Amora

“Terá o pároco um livro, no qual escreverá os nomes dos esposos, e das testemunhas, e o dia, e lugar em que o Matrimónio se contrai, cujo livro guardará em seu poder com cuidado.”
Concílio de Trento, Sessão XXIV (Decreto da Reforma do Matrimónio, Cap. 1), sessão de 11 de Novembro de 1563.
Os registos paroquiais (assentos de baptismo, casamento e óbito) são uma fonte de informação muito útil para quem pretende conhecer a história de uma família (genealogia) mas, podem guardar (dependendo da época e do empenho do pároco, já que não havia um formulário rígido) uma infinidade de outras informações (esperança de vida, naturalidade, profissões, formas de tratamento…) que contribuem não só para um melhor conhecimento da história social, económica e das mentalidades em cada época.
Os mais antigos livros de registos de baptismo, casamentos e óbito da paróquia de Amora datam de 1560 sendo portanto, anteriores ao Concílio de Trento.
Na imagem os primeiros assentos de baptismo conhecidos da paróquia de Amora (Arquivo Distrital de Setúbal).