S.F.O.A. no 122°. Aniversário
10.11.20, os amorenses
Do querer dos Amorenses nasce uma colectividade que conta com 122 Anos

TRECHOS DE UMA SOCIEDADE QUE DOS OPERÁRIOS SE ERGUEU
“Por hábeis mãos se ergueu e caminhou, ao encontro dos sonhos e do porvir.
Mãos de artistas se sabe que modelando o vidro em gestos repetidos, ambicionavam as alquimias outras, onde o sopro melhor se sublimasse e o manejo dos dedos, melhor se enaltecesse.
Operária se chamou e Filarmónica e Amorense ainda, para que desta terra, fosse ela a bandeira que a todos congregava.”
Convidamos os Amorenses a lerem com tempo e atenção as entrevistas feitas com cinco ilustres Amorenses, que em diferentes anos viveram com querer, gosto e alma o crescer da S.F.O.A. , sendo esta parte da sua vida, da sua sociedade de Amora.
São eles:
- Amélio Batista Cunha
- José Carlos Cunha
- João Rodrigues dos Santos, vulgo João da Carapinha
- Joaquim Pinto Soares vulgo, Joaquim Jota
- Arsénio Almeida Batista
Histórias Associativas
Memórias da nossa memória - As Filarmónicas
Autor: Fernando Fitas
Editado em 2001
https://issuu.com/municipiodoseixal/docs/hist_associativa Página 61
Memórias da nossa memória - As Filarmónicas
Autor: Fernando Fitas
Editado em 2001
https://issuu.com/municipiodoseixal/docs/hist_associativa Página 61
Para que na História se possa desvendar o passado de um povo, deverá o testemunho ser passado e não esquecido ou oculto.
